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Consultar perguntas frequentesAbout Zoé
Zoé Valdés, Havana, 2 de maio de 1959, é escritora, cineasta e artista plástica. Zoé Valdés realizou uma obra literária (poética, narrativa, roteirista, realizadora e produtora de cinema) e jornalística durante mais de 40 anos, dedicada à defesa dos direitos humanos em seu país, Cuba, e no mundo. É também uma defensora da liberdade de Cuba e de uma mudança democrática na ilha em que participem todos os cubanos, tanto os que estão dentro do país quanto os do exílio. Enfatizando a importância da participação primordial dos protagonistas de todas as gerações que, desde o exílio, se enfrentaram à tirania comunista dentro e fora de Cuba. Inspiração que ela encontra na própria história de Cuba, essencialmente na figura de José Martí, que desde o seu exílio entregou sua vida e sua obra ao combate pela independência de Cuba. No seu exílio na França, Zoé Valdés tem prestado homenagem a artistas, cineastas, jornalistas e escritores cubanos vetados e censurados pelo totalitarismo castrista. Também organizou e organiza manifestações na França e na Europa em apoio a uma parte da oposição interna cubana e do exílio. Solidariza-se, além disso, com pessoas de outras partes do mundo na sua luta pela liberdade de expressão em países tais como: Paquistão, Haiti, Vietnã, Birmânia, Irã, Síria, China. Zoé Valdés teve de exilar-se na França em 1995 pelo mero fato de ter escrito uma novela ‘La nada cotidiana’ na qual denunciava o regime dos irmãos Fidel e Raúl Castro. Desde então, a sua obra tem sido dedicada a esclarecer a verdade acerca do totalitarismo castro-comunista, não só em Cuba, mas também a sua ingerência em África, Granada, Venezuela, Argentina, Brasil, El Salvador, Nicarágua, Equador e Bolívia. A autora de ‘Todo para una sombra’ (accésit Carlos Ortiz de Poesía), ‘Sangre azul’ (primeira novela), ‘La nada cotidiana’ (traduzida para quarenta e três idiomas), ‘Te di la vida entera’ (Premio Finalista